27.4.09

a gripe do porco

Os brasileiros devem evitar fazer turismo no México nos próximos dias, qualquer que seja o destino. O alerta é do diretor de assuntos internacionais da Associação Brasileira das Agências de Viagem, Leonel Rossi. Ele ressalta que, além dos riscos oferecidos pelos surtos da gripe suína no país, os turistas vão encontrar diversas atrações fechadas. Leonel Rossi afirma, ainda, que as agências não vão cobrar multa por cancelamento ou adiamento das viagens marcadas para os próximos dias. As duas companhias aéreas que fazem vôos de Guarulhos, em São Paulo, até a Cidade do México diariamente também garantem que vão facilitar a vida do consumidor. O gerente de aeroporto da Mexicana, Hugo Lopez, diz que a empresa não está cobrando multas. Já o gerente da Aeroméxico no Brasil, Lúcio Yamashita Fuji, afirma que, inicialmente, a companhia se dispõe a trocar os bilhetes com partida prevista para as próximas semanas. Os empresários afirmam que ainda não houve registro de desistências nos últimos dias, mas sim um aumento expressivo na quantidade de consultas feitas pelos turistas sobre o assunto.

crescimento no brasil

Revisão de queda do PIB de 0,49% para 0,39% é um bom sinal 27/04/2009 - 16h46 Redação A revisão de queda do PIB de 0,49% para 0,39% é um bom sinal, e mostra que o Brasil pode chegar até o final do ano com um número mais próximo a zero. A avaliação é do ex-diretor do Banco Central, Alberto Furuguem, ao comentar o último boletim Focus, que mostra a expectativa dos analistas do mercado financeiro sobre o desempenho da economia brasileira em 2009. O consultor diz que o número já sinaliza uma recuperação para o próximo semestre. Alberto Furuguem também acredita que o consumo interno pode garantir um possível crescimento da economia brasileira ainda este ano. O economista sócio da Integral Trust, Roberto Troster, afirma que o agronegócio tem um papel importante neste momento de crise. O economista alerta, no entanto, para a necessidade de se dar mais atenção à produção industrial e ao setor de serviços. Roberto Tróster diz que o governo tem estimulado muito a demanda, e deixado a oferta de lado. Ele explica que, dessa forma, pode haver um aumento na importação, o que desestimularia ainda mais a produção interna.