< ----Aparentemente, não existe nenhuma ligação entre um chocólatra, um drogado, um fumante e um jogador compulsivo, mas podemos afirmar que todos são viciados. A diferença é que existem certos vícios que são aceitos pela sociedade, como é o caso dos chocólatras, e outros que são condenados: por exemplo os drogados. Segundo cientistas filandeses, os chocólatras sofrem de ansiedade, culpa, frustração e depressão quando vêem seu objeto do desejo: o chocolate. Essas pessoas têm tendência à bulimia.
O vício é uma fragilidade da personalidade de cada pessoa, todos estamos sujeitos a ele. O fator que determina o comportamento humano são as emoções; se a pessoa se manter emocionalmente bem, não cairá no vício. Não existe ninguém que se mantenha equilibrado permanentemente. A fragilidade emocional do homem pode torná-la compulsiva e ansiosa. O humano compulsivo toma uma decisão determinada não tendo controle da situação, mas com consciência daquilo que faz.
Todo vício é controlado quando a pessoa tem consciência de que é viciada, busca um processo de autoconhecimento, trabalhando a sua ansiedade. Só o tratamento medicamentoso não funciona. O tratamento é feito de maneira específica, pois cada indivíduo é único e suas particularidades estão guardadas em sua personalidade e dentro da história de vida de cada um.
Algumas pesquisas atribuem à substância teobromina (presente no cacau) como a responsável pela "atração fatal" exercida pelo chocolate. Outros apontam à feniletamina, como a vilã, ou seja, a mesma substância que o cérebro libera quando a pessoa está apaixonada.
as pessoas que comem chocolate vivem um ou dois anos a mais do que as que não comem. E, segundo uma pesquisa rescente, o chocolate beneficia o sistema imunológico, reduzindo a probabilidade de tumores.
Dezoito estudos científicos já mostraram que comer chocolate não eleva o nível do colesterol sangüíneo, isto porque a sua gordura denominada ácido esteárico não é tão nociva como as outras, explicam os pesquisadores.
Como no caso do vinho tinto, que ingerido em quantidades moderadas controla o colesterol sangüíneo, no caso do chocolate também é importante não exagerar na dose.
<---------------------------------------------------------------------------->
Uma única barra de chocolate de 100 gramas contém 520 calorias, o equivalente ao que é fornecido por um sanduíche ou um bife à milanesa. Como se vê, o chocolate é bastante energético, e se essa energia não for utilizada, será armazenada como gordura e a longo prazo, trará conseqüências sérias para o coração, fazendo com que ocorra exatamente o oposto do que as pesquisas pregoam. Assim sendo, pessoas obesas ou com nível de colesterol alto, não devem comer mais que um tablete pequeno por dia, ou seja, 30 a 50 gramas, advertem as pesquisas.
25.10.08
-----chocolatra-----
< ----Aparentemente, não existe nenhuma ligação entre um chocólatra, um drogado, um fumante e um jogador compulsivo, mas podemos afirmar que todos são viciados. A diferença é que existem certos vícios que são aceitos pela sociedade, como é o caso dos chocólatras, e outros que são condenados: por exemplo os drogados. Segundo cientistas filandeses, os chocólatras sofrem de ansiedade, culpa, frustração e depressão quando vêem seu objeto do desejo: o chocolate. Essas pessoas têm tendência à bulimia.
O vício é uma fragilidade da personalidade de cada pessoa, todos estamos sujeitos a ele. O fator que determina o comportamento humano são as emoções; se a pessoa se manter emocionalmente bem, não cairá no vício. Não existe ninguém que se mantenha equilibrado permanentemente. A fragilidade emocional do homem pode torná-la compulsiva e ansiosa. O humano compulsivo toma uma decisão determinada não tendo controle da situação, mas com consciência daquilo que faz.
Todo vício é controlado quando a pessoa tem consciência de que é viciada, busca um processo de autoconhecimento, trabalhando a sua ansiedade. Só o tratamento medicamentoso não funciona. O tratamento é feito de maneira específica, pois cada indivíduo é único e suas particularidades estão guardadas em sua personalidade e dentro da história de vida de cada um.
Algumas pesquisas atribuem à substância teobromina (presente no cacau) como a responsável pela "atração fatal" exercida pelo chocolate. Outros apontam à feniletamina, como a vilã, ou seja, a mesma substância que o cérebro libera quando a pessoa está apaixonada.
as pessoas que comem chocolate vivem um ou dois anos a mais do que as que não comem. E, segundo uma pesquisa rescente, o chocolate beneficia o sistema imunológico, reduzindo a probabilidade de tumores.
Dezoito estudos científicos já mostraram que comer chocolate não eleva o nível do colesterol sangüíneo, isto porque a sua gordura denominada ácido esteárico não é tão nociva como as outras, explicam os pesquisadores.
Como no caso do vinho tinto, que ingerido em quantidades moderadas controla o colesterol sangüíneo, no caso do chocolate também é importante não exagerar na dose.
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Uma única barra de chocolate de 100 gramas contém 520 calorias, o equivalente ao que é fornecido por um sanduíche ou um bife à milanesa. Como se vê, o chocolate é bastante energético, e se essa energia não for utilizada, será armazenada como gordura e a longo prazo, trará conseqüências sérias para o coração, fazendo com que ocorra exatamente o oposto do que as pesquisas pregoam. Assim sendo, pessoas obesas ou com nível de colesterol alto, não devem comer mais que um tablete pequeno por dia, ou seja, 30 a 50 gramas, advertem as pesquisas.
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