21.5.09
desemprego
A estabilidade técnica da taxa de desemprego do Brasil, que era de 9% em março, e caiu levemente, para 8,9% em abril, surpreendeu especialistas na área. O professor de Relações do Trabalho da faculdade de Economia da USP, José Pastore, afirma que era esperada alta no período, que tradicionalmente apresenta menos criação de vagas. Para ele, o resultado pode indicar que o fechamento dos postos de trabalho em virtude da crise pode ter chegado ao fim. O especialista em relações do trabalho, José Pastore, credita o resultado às ações do governo, que começam agora a surtir efeito. O presidente do IBRET - Instituto Brasileiro de Relações de Emprego e Trabalho, Hélio Zylberstain, acredita que o governo precisa reduzir ainda mais a taxa de juros, e criar políticas mais incisivas de apoio aos desempregados. Hoje, o ministro do trabalho, Carlos Lupi, anunciou que vai manter a extensão de dois meses do auxílio desemprego para alguns setores. O professor da faculdade de economia da USP, Hélio Zylberstain diz que a medida foi tímida. A taxa de desemprego do Brasil havia crescido por três meses consecutivos desde o começo do ano. Em abril do ano passado, o índice de desempregados no país era de 8,5%.
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