A região é uma das mais dinâmicas no cenário econômico brasileiro e representa 2,7% do PIB (produto interno bruto) nacional e 7,99% do PIB paulista ou seja, cerca de R$ 58,06 bilhões/ano Além de possuir uma forte economia, a região também apresenta uma infra-estrutura que proporciona o desenvovimento de toda a área metropolitana Conforme a contagem e as estimativas realizadas pelo IBGE em 2007, a Região Metropolitana de Campinas possui 2.633.523 habitantes,distribuídos em 3.647 km²
É a nona maior região metropolitana do Brasil.
Região possui uma população de 2.633.523 habitantes segundo dados do IBGE, o que corresponde a 1,49% da população nacional e a 6,7% da estadual. Deste total, Campinas abriga 39,5%. Hortolândia, Sumaré, Indaiatuba, Americana e Santa Bárbara d'Oeste têm, cada um, mais de 170 mil habitantes. Em Holambra, vivem pouco menos de 10 mil pessoas.
As especificidades dos processos de urbanização e industrialização ocorridos na Região provocaram mudanças muito visíveis na vida das cidades. De um lado, acarretaram desequilíbrios de natureza ambiental e deficiências nos serviços básicos. De outro, geraram grandes potencialidades e oportunidades em função da base produtiva (atividades modernas, centros de tecnologia, etc.).
Nesse cenário, cidades médias passaram a conviver com problemas típicos de cidades grandes. A proliferação de favelas, violência e pobreza revelam um padrão de crescimento bastante perverso, que aprofunda as desigualdades sociais.
Apesar dos problemas sociais, a Região Metropolitana de Campinas possui o melhor de Desenvolvimento Humano entre as regiões metropolitanas do Brasil,



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